Zoraya: pessoa colecionável #13

zovisu

Ponto cruz. Linha por linha. Tesoura sem ponta. Flandrina elegância. O olhar dessa mulher é capaz das mais gentis gravuras . Tecido liso de passar a palma e sentir a existência sem muito susto, um colinho, tudo isso de bom tem ali. Ela nunca arranha, ao invés, traz quindins e manda presentes via correio.  Pessoa colecionável, analógica fada madrinha, nobre de outros tempos – de quando não sei. Sei que diante dela, nosso medo do mundo desaparece por instantes, não há orfandade em nossos despedaços. Há pessoas que naturalmente conferem se todos estão bem cobertos durante a noite.

zogravidez

What A Difference A Day Makes. Sua quote predileta também é nome de canção. Que valor um dia tem? Um dia. Apenas um dia. Para ela, um dia de existência não pode ser tratado como rascunho fajuto, um dia é toda uma vida em plena potência de sentido, todo dia é d, todo dia é dia de acordar de bem com a penteadeira. Abro suas gavetas e puxo um dia triste: o dia quando soube que a mãe não voltava mais. Remexo em um dia lamentável: o dia da morte de seu ídolo, Ayrton Senna. Amenizo e peço um dia leve: o dia em que ela e a melhor amiga Mônica comeram macarrão feito na água fria. Fuço em um dia encantado: o dia em que Hannah, sua filha, foi pedida em casamento no fundo do mar de Bombinhas. Desvendo um sonho: o dia em que será avó. “Um dia”: agora eu entendo seu chamego por esse filme.

O lado mais curioso de alguém quase sempre é o paradoxo, somos isso, um discurso tropeçando na ação . O dela é ser católica sem acreditar em deus. É que a religião não é apenas crença, é também um laço de memória, é sinapse familiar de quando nascem flores de dentro do rio. A religião pode ser só uma colagem entre corações, um cotidiano de se lembrar, sem que a crença interfira no remédio. O paradoxo é cheiroso quando duas coisas discordantes cabem no mesmo lugar e a gente deixa de tentar entender.

zohanna

Ela nunca se esquece da primeira viagem para Buenos Aires. Foi uma quebra de paradigma. Já tinha uma prévia sinopse dos hermanos: é que muitos frequentam o litoral de Santa Catarina. A maioria vem do interior da Argentina e possui hábitos mais rústicos, como falar alto, sacudir a toalha em cima das pessoas, gerando certa hostilidade por parte dos catarinenses. Zoraya veio com o olhar possivelmente contaminado pelo senso comum, mas ao chegar, logo mudou de ideia, viu uma cidade interessante, com gente lendo por todo canto e muita riqueza cultural. Outra viagem pra eternidade foi a ida a Gramado com a família. 15 dias pela serra gaúcha, sem reservas prévias, paradas não programadas, hospedagens de última hora. A ida pela serra, a volta pelo litoral.

Todo mundo tem um lugar de fora que parece estar dentro, um amuleto afetivo que acalma os pés e nos protege não sei do que. Aquele canto em que a gente se sente bem, confortável, e não sabe que horas são. O de Zoraya é a ponte Hercílio Luz, que liga a ilha ao continente de Floripa. Conta que em sua televisão existe uma emissora local que ao encerrar sua programação, coloca imagens dessa ponte com os carros passando e junto disso, uma trilha sonora. Zoraya gosta de ficar olhando a ponte, inclusive pela tela da TV. Talvez seja uma espécie de descanso, ou ponto de pouso para reflexão uma notívaga.  Estar a sós é como a glória do algodão. Penso em qual música combinaria com essa descrição, escolho uma valsa.

A conversa e a bateria do Galaxy vão aos poucos acabando, descubro nas badaladas finais que minha câmera do Skype não estava ligada, e então uma grande metáfora se projeta no epílogo: Zoraya sempre me viu, mas nessa noite, apenas eu vi Zoraya, quase um momento “Her”.

Deixo aqui, a raspa da panela, uma lista de frases/momentos que meu marca-texto capturou, junto de algumas fotos que dizem muito dos seus corações guardados.

1- Atritos ideológicos: “Existem momentos em que você deve dar espaço para o outro mesmo discordando dele. Não cabe todo mundo no mesmo lugar ao mesmo tempo.”

zofilhos

2-   Uma habilidade: escrever textos longos pelo Smartphone.

3-   Uma impossibilidade: camping, vida de acampamento, banheiros coletivos, prefere um bom almocinho com as amigas.

zoamigas

4-   Uma estranhabilidade : comer arroz frio na porta da geladeira.

5-   Um filme de repetir:  “Sex and the city”. “O jeito como ela perdoa ele, apesar de tudo”, explica.

6-   A cena mais sensual do cinema: a primeira transa entre a mulher e o amante em “Infidelidade”. “A barriga trêmula da protagonista em meio ao rito do primeiro encontro dos corpos”.

7-   Seus filmes inesquecíveis; aqueles em que a poesia carrega a morte com brandura: “A Partida” ou “A vida é bela”.

8-   Uma paixão: livros de culinária. Cozinhar é um tipo de companhia. “Ninguém resiste ao meu macarrão ao frango com cerveja preta”, ameaça.

zocupcake

Zoraya de despede, sobe então em sua carruagem e vai embora levando o seu condão. Desaparece de repente, minimizada em alguma janela do mundo Windows deixando uma absoluta certeza: fadas existem no outono.

 

 

Ricardo III

ricardo

Sempre me pareceu um tabu não gostar de Shakespeare. Lembro-me que na minha época de formação como ator, isso era um tipo de queixa elíptica. Ninguém ousava se queixar do hermetismo referente á linguagem do dramaturgo inglês. A maioria não entendia, mas fingia que entendeu. Falar mal de Shakespeare no meio teatral era quase como falar mal de Deus perto de um religioso. Quando eu tinha qualquer contato com um texto dele, ficava apavorado, me sentia decorando uma fórmula de física daquelas em que pouco importava o significado do código. Cruzar as letras e associá-las ao termo certo já me parecia mais do que suficiente. 95% dos atores, quando interpretavam um texto shakespeariano, o faziam de maneira declamada – sonolenta – dopada – opaca, em estado zzzzzzumbi. Aquilo foi virando um trauma artístico. Recorri a monstros como Al Pacino ou Paulo Pelegrini, mas ao assisti-los, eu só conseguia me deslumbrar com o fato de ver o quanto aqueles atores assimilavam aquela poesia de forma tão fluida e lúcida. Eu admirava o fato deles terem entendido, mas a Shakespeare, ainda não.

A primeira vez em que me entusiasmei com Shakespeare foi na minha peça de formatura, quando tinha em mãos um personagem – rojão, chamado Ariel, de “A tempestade” e um diretor estratosfericamente excepcional: o gênio Carlos Meceni .Tive muita, mas muita dificuldade de achar diversão naquilo. Até que recorri ao meu recurso mais icônico: a ludicidade. Transformei aquele texto em uma brincadeira com barquinhos de brinquedo, aquilo me tirou do ponto morto, eu soube rir da minha incompreensão e encontrar guarida no tom recreativo. No final, no dia da apresentação, o resultado foi bem menos ruim do que eu esperava, ufa! Nunca mais voltei a Shakespeare, exceto em Londres. Fui ao Globe Theatre, apenas para saber onde era o centro de prática daquele poeta que me complicou a vida por diversas vezes, e que me fazia mentir não para o público, mas para o próprio personagem.

Tudo mudou há algumas semanas atrás, quando vi uma reportagem na Revista da Cultura falando de uma montagem de “Ricardo III” na qual o ator Gustavo Gasparini promovia uma decodificação do texto, através de contornos criativos e de uma linguagem que não afetava em nada a essência da mensagem. Temporada inteira esgotada. Enfrentei a repescagem do Sesc Pinheiros, esperando pra ver se sobrava um ingresso pra mim. Consegui. Tudo já começou de maneira surpreendente, inicialmente, eu me senti em uma aula de cursinho. As aulas de cursinho foram as melhores que tive na vida, porque os professores transformavam assuntos até então chatissimos em teatralizações refrescantes e leves. Imagine que Ricardo III tem trocentos personagens vindos de um contexto histórico de guerra pela coroa inglesa, envolvendo diversas dinastias e nomes repetidos (dois Eduardos, dois Ricardos, dois Thomas) a serem decorados.

Vamos ao exercício de imaginar. Imagine somente um ator interpretando esse elenco todo. Imagine que ele faça com que durante a peça toda, você saiba exatamente quem é quem. Imagine a poesia vestindo a diversão sem ser volúvel. Imagine gente dispersa e hiperativa, que precisa do olhar estimulado a cada minuto, para que a atenção não fuja para pensamentos como “estou com fome”, “não lavei a louça”, “preciso pensar em um tema pra minha aula de escrita”, fisgada apenas pela encenação. Gente como eu. Imagine uma peça em que o ator interrompe os trabalhos no meio para perguntar: “Vocês estão entendendo a peça gente?”. Imagine uma caixinha de surpresas da qual não posso contar o que há dentro. Imagine aplausos intensos e prolongados – aqueles de cansar a palma da mão. Imagine essa peça possivelmente estando em primeira na minha lista de melhores peças assistidas em 2015. Imagine eu fazendo as pazes com o poeta que sempre me intimidou como ator. Imagine apenas imaginar. Imagine eu beijando a mão de Shakespeare, e ele me dizendo: “Amigos?” e eu respondendo “Agora sim, amigos!”. Obrigado Gustavo Gasparini,

Últimas conversas

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Ainda não é o final, mas quando uma das últimas jovens sai da sala, Coutinho pede que ela deixe a porta aberta, porque assim deveria terminar o seu filme. Talvez seja assim que a vida acaba: algo por fechar, contas a pagar sobre a mesa, alguns rabiscos crus e a luz, ainda acesa. O diretor fazia então um contra-movimento em relação ao caráter conclusivo da ideia de passagem. Quem sai daquela sala deixa de existir aos olhos, mas as imagens perpetuam a lembrança do irreal registrado. O que foi verdade? Não sabemos, nem a imagem sabe, o que a mente produz revela apenas um fragmento consciente que não elide a dúvida.

“E quando viu de novo, porque nuns instantes ficou a ver não vendo, como quem lê a página de um livro sem se apegar às palavras – e aí se deixou no depressa-devagar da imaginação…” Carrascoza

A cadeira vazia – mostrada repetidamente – é uma célula integrante da substância do silêncio. Um personagem tão inteiro quanto um substrato de matéria viva comunicando algo. É explorado em suas “Últimas conversas” como um elemento fundamental dentro de qualquer jogo de comunicação. Não há como fugir, ele encarna um produto incomodo que ainda assim interliga uma interação. O silêncio é todo um idioma sustentado por outros canais de sentido: olhos, movimentos de mão, respiração. É, em última instância, uma forma de intimidade, legitimada ou não dentro de uma troca entre emissores.

Coutinho foi um cineasta que soube como ninguém colocar-se entre a borda e o transbordo. Ao questionar o tratado fronteiriço entre o valor do real enquanto verdade, desmentia a propaganda agasalhada pelos documentários sobre o compromisso com versões do inegável. Em uma das entrevistas, o diretor sugere explicitamente uma permissão para que o interlocutor minta, caso queira. É como se esse rompimento com a certidão autenticada dos fatos esticasse ainda mais o potencial furtivo em relação à liberdade da conversa. Um mecanismo que leva o entrevistado a duvidar de si, invalidando então o freio da retração. Isso alicerça ainda mais a criação de um fato tingido pela centelha do abstrato ao valor da fala sem o protocolo da higiene de discurso. Coutinho não queria a verdade, queria o imaginário.

O fio condutor de alguns filmes seus, parecia ganhar traçado dentro de uma ignição fluída e ao mesmo adirecional. Seu cinema parecia envolvido por um aditivo maior, como se a circunstância fosse mais importante do que seu próprio fim. Coutinho sabia se esquivar da abotoadura acadêmica, criando uma linha conceitual desgarrada de formatos adestrados, preferia turvar-se no prelúdio da dúvida, segurando o seu cigarro de forma nervosa e inclemente. O malte do seu êxito não era mensurável pelo valor de suas perguntas. Sua didática investigativa partia de uma provocação oculta e espontânea, que esvaziava a formalidade e transformava o encontro em uma agradável sala de estar. Coutinho era horizontal em sua linha de tratamento. Ao esquecer-se de si, ao se colocar como receptor periférico do discurso, dignificava a história do outro.

A composição coutiniana de tipos talvez seja toda espraiada por esses atores acidentais, fabricados pelo momento. Disso, soube recolher cacos marcantes e inesquecíveis, tão deslumbrantes quanto a assumida ficção. Em toda a sua valsa, fez com que pessoas comuns imitassem as próprias memórias. Coutinho foi a joia disfarçada de bijuteria mais valiosa que o cinema me deixou, não como um impostor. mas como um exímio domesticador de mentiras.

As maravilhas

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O pensamento rústico, as raízes etruscas, colorindo de inocência o verde da Toscana. Um pedaço de terra isolado pela riqueza da simplicidade. Naquele contexto de família, viver junto confere um significado tátil, colado pelo calor, quase como o mel e a sua textura peganhenta.

Gelsomina, a abelha mais velha, assume a dianteira como mãe-designada das situações colaborativas. Produtiva, capaz de visitar dez flores por minuto em busca de mel e pólen. Mas ela quer ir embora para uma nova colmeia, mesmo que volte logo após. Por instantes, escapa despercebida em algum vão de briluz inventado, ensaia o dia de seu voo nupcial. Quando triste, chora abelhas, talvez versões menores de seus pedaços mais sensíveis. Para conseguir salvar seu País das maravilhas, precisa escolher enfrentar o símbolo patriarcal (talvez o seu Jaguadarte), percebido como a face imperativa, controladora e atuante em seu universo.

“As maravilhas” é todo esse irrealismo que da pra inventar entre uma tessitura e um acidente, entre um vento inesperado e o olhar fugidio do camelo solitário, preso ao gira-gira. A audácia dos sonhos feita de um arranjo em cores com néctar. Nesse filme, a nossa capacidade de imaginar cresce e ultrapassa os limites de qualquer instante pré-sugerido, da pra ir longe, mesmo aqui. Uma transição tão saudável e vital quanto levar as abelhas até as flores e não as flores até as abelhas. Sutileza que altera a propriedade gustativa do mel.

Precisamos de momentos desdobrantes, amarelos, com asas. Abelhas sabem olhar o sol.

Cake

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Fiquei contente por ela. Não gosto muito do seu trabalho, mas dessa vez ela fez diferente, me capturou com precisão, botou alma e me fez concordar que o Oscar sofre de grave miopia. Que bela construção a de Jennifer Aniston. A convincente apatia sem vaidade, a postura ereta/decumbente, distribuída em dois planos específicos (deitada e de pé), e principalmente a forma de administrar o contraste entre a dor física e a emocional.

“Cake” promove um rompimento preciso na confusão de se colocar a tristeza como sinônimo de depressão. Mostra justamente a depressão como um estágio avançado da melancolia. Um processo que envolve inércia, desinteresse e indiferença. O tal fundo do poço não é feito de água lacrimal, mas de um espaço de profundo vazio. Um abismo (des)constituído de um completo nada. Ali, a esperança já se encontra obsoleta, nenhum motivo parece mais suficiente. Não é levantar-se da cama triste, é pior, é não querer se levantar.

Através da acidez niilista, das atitudes malcriadas, e das averiguações sobre o suicídio de uma conhecida, vamos entendendo quem é Claire e qual é a sua frequência emocional. Nem tão odiosa, mas nem um pouco amável. Uma mulher que passou por um grande trauma – acertadamente insinuado de diversas maneiras sem explorar nossas lágrimas –, que vive dopada por remédios tranquilizantes e parece despedir-se aos poucos de si. O filme a todo tempo sugere indícios de que um provável suicídio da protagonista pode acontecer, e aí outro paradigma é examinado: a regra do “quem quer se suicidar não avisa, se mata de uma vez” é revista. Assim como a personagem, muitos suicidas pedem ajuda antes de cometerem a ação, inclusive usando o recurso da ameaça. Esses sinais não necessariamente são explícitos, eles podem ser sutís, indiretos, simbólicos.

A expressão “exercer empatia” nunca foi tão repetida/exigida internet adentro, e nesse filme, uma observação generosa pode ser um bom exercício para quem tem aquele egocentrismo dimensional de sempre importantizar os próprios problemas e subestimar o problema do outro.Olhar para Claire não como alguém que se faz de vítima, mas como um ser humano sufocado por um vazio incontrolável. Desmontar aquela máxima de que depressão só é de verdade quando é a nossa. Ao contrário do que tenho lido, o mérito desse longa não é apenas a atuação de Aniston. É também a coadjuvante mexicana (Adriana Barraza), ou aquela enternecedora e edificante cena no trilho do trem.

O “self forgiveness” tratado com altivez e cuidado. Um filme em seu todo, sincero e comovente. Eu daria mil chances, porque sim, mexeu.

Se você é louco por queijo, deveria conhecer uma Racletteria: a promessa do inverno 2015.

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O inverno 2015 anuncia uma nova mania. O frio suíço e o queijo raclette – nome que deriva do termo francês “racler” que significa raspar. Um queijo de derretimento sem igual. Dizem que batata cozida é a companheira ideal. Mas são aceitáveis outros pares românticos: embutidos, legumes, carnes, linguiças, tiras de bacon, mas dizem que com cebola em conserva fica de outro mundo. A racletteira elétrica tem dois andares. No primeiro, os acompanhantes ficam na chapa que mantém a quentura, no térreo, pazinhas de teflon que derretem o queijo. Confira 5 lugares em Sâo Paulo para saborear uma autêntica raclette:

Florina

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Um dos poucos cantinhos de comida suíça em SP. Oferece duas opções de raclette. A tradicional (R$ 94,00) vem com queijo raclette, batatas cozidas, pepino misturado com cebola em conserva e laticínios suíços, como viande des grisons e landjäger. A segunda opção, a “rústica”, é composta por salsichas para grelhar à mesa, no mesmo aparelho que derrete o queijo (R$ 90,00). Ambos os itens servem duas pessoas.

Rua Cristóvão Pereira, 1220 – Campo Belo

Era uma vez um chalezinho

chalezinho

O ambiente é todo feito para romances no friozinho, e durante a temporada invernal, oferece raclette a R$ 119,90 por pessoa. Inclui queijos nobres, batatas, brócolis, tomates, presunto cru, patês, pães e minisalsichas.

Rua Itapimirum, 11 – Morumbi,

Bistrô de Paris

LES FONDUES ET GUILLAUME GALLIENNE, A TABLE !

Ambiente ao ar livre, dentro de uma vilinha na Rua Augusta, o barato nele é que no frio, eles oferecem mantinhas e aquecimento-ambiente. Nele, a raclette é acompanhada de batatinhas cozidas, tábua de frios com presunto de Parma, peito de peru, salame, chorizo, mortadela, lombo e copa, pepino e cebola em conserva, baguete, maionese e mostarda de Dijon. Custa R$ 85,00 por pessoa.

Rua Augusta, 2542, loja 12 – Cerqueira César,

 Ziláh Gourmet

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A receita é novidade no restaurante localizado nos Jardins e comandado pelo chef da Irlanda Andrew Lewis, e será servido somente às sextas e sábados, até 28 de Agosto por R$ 58,00.

Alameda Franca, 1621/1633, no Jardim Paulista,

Raclete

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Loja especializada em materiais autênticos relacionados ao preparo de raclette. Vendem o equipamento de mesa, queijos raclettes nacionais e importados, o incomparável queijo Tetê de moine, e também faz a montagem de ilhas gourmet.

Rua Fradique Coutinho 1002 – Vila Madalena